Está procurando um psiquiatra? Antes leia (Dicas)

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Antes leia as dicas úteis que eu reuni neste artigo!


[Esse texto foi publicado originalmente na fanpage de Relatos de um Garoto de Outro Planeta no Facebook no dia 16 de Dezembro de 2018. Fiz algumas melhorias nele e incluí fontes e imagens]

[Atualização 17/01/2019: eu já publiquei a segunda parte desse texto com dicas para quem está buscando um psicólogo ou psicoterapeuta, para acessar clique aqui.]


Resolvi criar esse post porque eu estava ajudando uma pessoa dando dicas para ela sobre como buscar ajuda de um psiquiatra me baseando na minha experiência com meu tratamento e pensei que algumas eram válidas e mereciam ser compartilhadas com vocês.

Por questões éticas, eu não vou citar nomes de médicos nesse texto (nem bons, nem ruins).


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Peça recomendações de amigos ou conhecidos, pesquise sobre o profissional
Peça recomendações nas redes sociais, leia recomendações de outros usuários.
O Facebook possuí um recurso de pedir recomendações de profissionais, serviços e produtos.
(Imagem retirada da internet)


Existem médicos bons e existem ruins e nós não precisamos marcar com um profissional desse às cegas sendo que podemos pedir recomendações de amigos ou conhecidos que já tenham se tratado com algum, ou mesmo pesquisar sobre eles na internet.

Quando marquei a consulta com um psiquiatra a primeira vez eu não gostei da experiência, fui totalmente às cegas, entrei no catálogo do meu convênio na época e apenas selecionei um profissional que atendesse perto da minha casa ou perto do meu trabalho.

Na hora da consulta fui atendido em no máximo 5 minutos (pois, é). O médico nem sequer me deixou falar direito e já disse: "olha, a maioria das pessoas que entram nesse consultório tem depressão, então vou te fazer umas perguntas e você vai me dizendo se você sente essas coisas ou não, ok?".

Aí ele fez umas perguntas de um formulário pronto que ele já tinha no computador e me receitou um antidepressivo. Ainda continuei me tratando com ele por um tempo, cerca de 2 meses, acho, e as consultas eram sempre curtíssimas, coisa de poucos minutos mesmo. Pensei que deveria buscar outro profissional, então.

O segundo médico que me atendeu era completamente diferente, bem melhor! Ele me pediu uma SÉRIE gigantesca de exames, um perfil hormonal que para fazer precisei tirar inúmeros tubinhos de sangue (a enfermeira do laboratório ficou até pensando que eu iria desmaiar), além de exame de urina, mediu vitaminas e várias outras coisas. Porém, infelizmente a duração das consultas ainda era curta e ele pedia retornos muito longos (meses entre uma consulta e outra), então acabei trocando de psiquiatra mais algumas vezes.

Infelizmente esse é um problema que ocorre nos convênios, a maioria deles determina a duração máxima de uma consulta médica e se o psiquiatra não cumprir isso ele corre o risco de ser descredenciado. Além disso, o convênio os envia uma quantidade enorme de pacientes que acabam por lotar a agenda e isso explica porque eles precisam atender rápido e, porque eles às vezes pedem retornos demorados.

Claro, depende do convênio, tem convênios que são melhores nesse quesito. Se o seu convênio tem esse problema e você não tem condições de bancar consultas particulares, infelizmente você tem que lidar com essas questões, mas pelo menos busque recomendações, ok?


Além disso, você pode verificar se o seu convênio faz reembolso de consultas particulares, alguns convênios dependendo do plano tem essa possibilidade, então talvez isso torne viável que você passe no particular considerando a porcentagem do reembolso e do seu orçamento.

Consulte se o profissional possui registro ativo e está autorizado a exercer a profissão.
O site do CFM (Conselho Federal de Medicina) possuí uma página de busca de médicos: Portal CFM

Além de pedir opiniões de pessoas, verifique no site do CFM se esse profissional possui cadastro ativo, se não tiver significa que ele não está autorizado a exercer a profissão por algum motivo. Para realizar essa pesquisa você precisa do número do CRM do médico ou do seu nome completo, entre outras informações que podem refinar os resultados, atenção: não é obrigatório que no site do CFM conste a especialidade do médico.

Você também pode pesquisar o nome completo do psiquiatra no Google ou no Facebook com o CRM dele e buscar opiniões de pacientes na internet. Além disso, alguns psiquiatras possuem páginas no Facebook, sites ou blogs.

Você pode procurar possíveis páginas e sites que eles possam ter, ver se os curtidores/seguidores da página recomendam eles, bem como verificar se esse profissional tem textos publicados em blogs ou sites e até mesmo trabalhos acadêmicos, se eles já deram entrevistas em programas ou videos do YouTube. Podem buscar o currículo deles também porque alguns profissionais publicam seus currículos na Plataforma Lattes, Escavador ou outros sites voltados para isso.

Várias redes sociais são uteis nessa pesquisa como Facebook e Linkedin.

Procuro até mesmo o perfil pessoal no Facebook porque às vezes ele pode publicar coisas problemáticas ou preconceituosas que podem indicar que ele possa não ser um profissional interessante. Busque também se existem notícias a respeito dele ou se ele está envolvido em polêmicas, por exemplo, meu namorado já marcou consulta com uma psicóloga do convênio dele que depois ele descobriu que esteve envolvida em uma polêmica de ter feito declarações higienistas.

No caso ela era moradora do bairro Higienópolis (que tem esse nome fazendo referência ao higienismo, que irônico 😂😂😂) e os moradores de lá, que são de classe alta e privilegiados financeiramente, fizeram um abaixo-assinado contra uma estação de metrô que seria construída na região. Eles não queriam que isso trouxesse "gente diferenciada" (um eufemismo para pessoas pobres) e a psicóloga em questão (que eu não vou citar nomes, mas quem for curioso é só jogar no Google e ver notícias sobre a polêmica) deu declarações problemáticas e preconceituosas a respeito.

[Lembrando que o profissional ter um posicionamento político diferente do seu não significa necessariamente que ele seja ruim, isso não importa, ok? O que eu pelo menos considero se esse profissional tem algum posicionamento que fere os direitos humanos.

Também não se trata de ficar bisbilhotando a vida do médico enquanto ele estiver te atendendo, é só uma pesquisa a se fazer antes de marcar uma consulta. As empresas não pesquisam as suas redes sociais dos candidatos a vagas nelas? É a mesma lógica.]

Protocolos que os médicos precisam adotar, mas alguns ignoram

Protocolos que os psiquiatras precisam seguir.
(Imagem retirada da internet)

Citei um médico que não me pediu exame nenhum e também mencionei um que solicitou inúmeros, não é?

Isso é uma coisa importante que vocês precisam saber! A maioria dos transtornos mentais como Depressão e Bipolaridade (acredito que todos, na verdade) não conseguem ser diagnosticados com exames específicos, ou seja, não existe um exame que vai te dizer: "positivo: você tem Depressão" como ocorre com outras doenças físicas. Isso ocorre porque os transtornos mentais são multifatoriais e algumas causas até mesmo ainda não foram descobertas pela ciência atual (e nem sabemos quando isso será possível). Portanto, o diagnóstico é clínico, ou seja, é feito por meio da identificação dos sintomas.

Não se assuste, ainda assim é perfeitamente possível fazer bom diagnóstico. Existem inúmeras doenças, até mesmo físicas, que são diagnosticadas dessa forma, porém, fique atento, isso não significa que o médico não deva solicitar nenhum exame!

Vários exames podem contribuir para um melhor diagnóstico, identificação de potenciais causas dos sintomas ou até mesmo diagnosticar, ou descartar outras possíveis doenças que também tem sintomas parecidos com depressão, ou outros transtornos mentais. Isso mesmo!

Você ter sintomas de depressivos ou alterações de humor não necessariamente significa que você tenha depressão, ou bipolaridade, pode ser que você tenha problemas hormonais, ou na tireoide, deficiência de vitaminas, etc. Existe até mesmo a possibilidade de você ter problemas intestinais como constipação, verminoses, intolerâncias alimentares, entre outras coisas. Ficou assustado com verminose?

Pois, é, saiba que algumas verminoses podem causar sintomas de depressão e ansiedade sim porque o nosso intestino é responsável pela liberação de vários neurotransmissores como serotonina que têm um papel fundamental nessas queixas.

Além disso, mesmo que a pessoa tenha depressão de fato é importante que o psiquiatra avalie se o intestino da dela funciona bem porque se tiver prisão de ventre/constipação, os remédios podem não fazer efeito. Nesse caso o problema não seria o remédio, mas o funcionamento intestinal da pessoa que também precisa ser tratado.

Famosa psiquiatra Dra. Ana Beatriz explica sobre seu livro Mentes Depressivas que trata sobre Depressão. Em uma parte dessa entrevista ela explica como o intestino pode influenciar nos sintomas.

Ou seja, um psiquiatra precisa fazer inúmeras investigações antes de te dar um diagnóstico. Pode até ser que na primeira consulta você receba um, porém, ele será revisado, trocado ou complementado no decorrer do tratamento. Porem, se o psiquiatra te dá um diagnóstico, mas não faz essas investigações isso pode ser ruim porque não tem como ter certeza se ele está te tratando adequadamente!

Muitas dessas descobertas sobre a importância do intestino, vitaminas e hormônios nos transtornos ou sintomas psiquiátricos são recentes, então há profissionais que estão desatualizados. Tome cuidado com profissionais desatualizados!

Até mesmo algumas definições e classificações de sintomas dos transtornos mentais foram mudadas nos últimos anos e os médicos precisam estar sempre atentos a essas mudanças, inclusive sobre o surgimento de novos medicamentos e tratamentos!

Além disso, alguns exames periódicos são necessários para o monitoramento do quadro do paciente. Por exemplo, alguns remédios como o carbonato de lítio (uma das principais drogas para tratamento de distúrbios do humor e Bipolaridade) necessitam que seja feito um exame de sangue chamado litemia para verificar a dosagem do remédio no organismo.

Nesse exame é possível verificar se o remédio está dentro da dosagem terapêutica, isso é, a quantidade mínima para que ele faça efeito e também se ele está no limite em que ele pode se tornar tóxico. Esse exame precisa ser feito em cerca de2 em 2 meses e por meio dele o psiquiatra avalia se é necessário aumentar ou diminuir a dose.

Também existem exames que precisam ser feitos periodicamente para verificar como está o figado do paciente porque os remédios psiquiátricos são metabolizados pelo fígado.

Não tenha vergonha de retrucar ou pedir esclarecimentos

Dicas úteis para buscar psiquiatras.
(Imagem retirada da internet)

Alguns médicos não costumam dar esclarecimentos para os pacientes sobre os efeitos colaterais dos remédios, sobre as conclusões deles a respeito do caso e até mesmo sobre a hipótese diagnóstica, porém, você tem todo o direito de cobrar explicações mais detalhadas!

Se o seu médico não te pediu exames e você sente que ele deveria ter pedido caso ele diga para você que não são, pergunte os porquês. Isso não é o mesmo que não confiar no médico, isso é cobrar transparência. Você deve confiar nos médicos, afinal eles são formados e tem experiência para te tratar, porém, você tem todo o direito de cobrar transparência e tirar suas dúvidas!

É claro que às vezes o médico não dá muitas explicações porque às vezes elas são complicadas e o paciente pode não entender e não necessariamente ele precisa explicar tudo, né? Porém, se você deseja algum esclarecimento ou está com dúvidas, retruque/pergunte!

Se você não concorda com a postura do seu médico em algum momento, se você sentiu que ele te julgou ou se você acredita que ele foi antiético, retruque também e se o problema persistir busque outro profissional.

Drogas psiquiátricas requerem paciência

Remédios psiquiátricos requerem paciência.
(Imagem retirada da internet)

É muito comum que pessoas comecem a tomar antidepressivos ou outros remédios psiquiátricos e por não sentirem efeito imediato elas decidem abandonar eles por conta sem nem mesmo consultar o médico. Muitas vezes pela falta de comunicação elas pensam que o médico não deveria insistir no medicamento porque elas não sentiram efeitos, mas mesmo ao comunicar isso ao profissional ele decidiu mantê-lo.

Antidepressivos são os remédios psiquiátricos que mais demoram para surtir efeito, eles levam no mínimo 1 mês para que o paciente sinta alguma melhora e mesmo assim é praticamente impossível que em 1 mês o quadro do já tenha sido revertido. O que ocorre é que a pessoa tem alguma melhora nos sintomas, mas ainda está mal.

Então, a partir daí e de quanto o paciente melhorou que o médico vai ajustando a dose, aumentando, diminuindo, talvez trocando o medicamento ou até mesmo inserindo outros remédios que ele julgue necessários. Um mês ou 2 é pouco tempo para já estar bom, tratamentos dessas condições são a longo prazo, infelizmente, seja persistente!

Na dúvida pergunte para o médico quanto tempo o remédio demora para surtir efeito e que tipo de melhora ele espera para você durante esse tempo.

Agora se você insiste em um medicamento durante meses ou anos, não têm melhora alguma e mesmo assim seu médico segue insistindo nesse remédio, talvez seja uma boa consultar a opinião de outro profissional.


Efeitos colaterais tendem a reduzir com o tempo

Quando as pessoas começam a tomar um novo remédio, na maioria das vezes elas tendem a ter efeitos colaterais que podem ser bem desagradáveis e muitos decidem parar os medicamentos porque pensam que eles estão fazendo mal. Isso é precipitado porque quando uma nova droga é inserida no seu organismo, os efeitos colaterais tendem a ser mais intensos. Devido a isso que os médicos costumam passar para os pacientes uma dose inicial de adaptação que nem sempre é a necessária para a melhora do paciente e eles instruem ele a ir aumentando no decorrer dos dias ou semanas.

Tem efeitos colaterais que somem depois de alguns meses de uso, por exemplo, quando comecei a tomar lítio eu tinha vários. Eu sentia uma sede sobrenatural, eu tinha tremores, entre outras coisas, mas depois de alguns meses eles sumiram. Não tive mais tremores e não tive mais esse problema da sede sendo que a minha dose atual é 3 vezes maior que a de quando comecei.

Então não desista de um medicamento só porque você está tendo muitos efeitos colaterais no início, cogite trocar apenas se mesmo com o passar dos meses ou anos algum efeito colateral muito desagradável não sumir.

Precisei deixar de tomar Risperidona, por exemplo, que é um antipsicótico que melhorou muito meu quadro porque mesmo depois de um ano continuei tendo um efeito colateral muito ruim em que o remédio me deixou quase sem nenhuma libido.


Remédios causam dependência química?

Depende do tipo de remédio. Os que podem causar dependência química são os que possuem tarja preta, no caso dos medicamentos psiquiátricos, eles costumam ser ansiolíticos ou hipnóticos.

Ao contrário do que muitas pessoas acreditam antidepressivos não causam dependência química, tanto é que possuem tarja vermelha. Basicamente os remédios que podem causar dependência são os que possuem efeito mais imediato, como os antidepressivos demoram isso não ocorre com eles. No entanto, se você interromper o tratamento com de forma abrupta, você pode sofrer com efeitos colaterais e uma espécie de abstinência, mas não é a mesma coisa de dependência química e passa depois de um tempo.

Para evitar sofrer com esses efeitos colaterais sempre quiserem parar de tomar um medicamento, consulte o médico e ele irá recomendar que você vá reduzindo as doses aos poucos até interromper de vez.

Não se assuste se o seu médico te receitar um medicamento tarja preta, esse tipo de remédio também pode te ajudar muito! O risco de dependência só ocorre se você abusar do uso e essas drogas não foram projetadas para uso contínuo, ou seja, não é recomendado que você tome ele todos os dias por um período prolongado.


Tenho um remédio tarja preta muito bom chamado Alprazolam (o nome comercial é Frontal), ele é um ansiolítico e eu nunca viciei dele. Eu não tomo ele todos os dias e eu não abuso dele, apenas uso em momentos de crise como ataques de pânico ou ansiedade, ou em casos de insônia. Ele não induz o sono, mas muitas pessoas têm insônia por causa de ansiedade, então ele pode ajudar quem sofre com isso a dormir melhor.


Se você tiver condições pode valer a pena passar com um psiquiatra particular

Psiquiatra particular pode valer a pena
(Imagem retirada da internet)

Sabe aquele ditado: "O barato sai caro"? Às vezes você quer economizar e decide passar no médico pelo convênio, mas devido a algumas coisas ruins do sistema dos convênios (como tempo mínimo para as consultas) você acaba por não ser atendido da melhor forma possível, então investir um pouquinho mais em um profissional particular pode ser interessante.

Como falei, alguns convênios oferecem reembolso de consultas dependendo do seu plano, então com ele, uma consulta particular pode se tornar viável. Além disso, você pode negociar os valores da consulta com o psiquiatra, alguns aceitam atender por quantias mais em conta porque também tem um lado humanitário e social no seu trabalho. Então, eles podem dar descontos para alguns pacientes em específico e eles também consideram o seu comprometimento no tratamento para conceder ou não (claro, isso depende do médico).

Se você é alguém que não toma os remédios direitinho e às vezes falta nas consultas dificilmente o médico aceitaria te dar um desconto, né? Alguns médicos também oferecem retornos de graça, isso é, você paga uma consulta e outras consultas que você tem dentro de um determinado período (por exemplo: um ou dois meses) após não são cobradas.

Os médicos particulares podem te atender em mais tempo, por exemplo, os com quem eu já passei me atendiam em cerca de 1h, enquanto os do convênio me recebiam em apenas 5 minutos.

O atendimento do SUS é bom

Pode ser bom apesar da fila
(Imagem retirada da internet)

Ao contrário do que muitas pessoas pensam, o atendimento do SUS é bom e pode ser melhor que o dos convênios, inclusive. O problema é que a fila é muito grande e é muito burocrático, mas se você não tem condições de pagar particular, não tem convênio ou mesmo não está satisfeito com o atendimento do seu, pode cogitar passar no SUS. Você pode entrar na fila e enquanto isso continua passando no convênio, por exemplo.

Meu médico além de atender em convênio particular também trabalha no SUS e ele é muito bom! No SUS também existe o CAPS que são lugares que fornecem tratamento psiquiátrico gratuito e de qualidade, incluindo psicoterapia, dependendo do seu quadro.

Alguns remédios também podem ser adquiridos no SUS e são aceitas receitas de médicos particulares ou do convênio também!


Psiquiatras também podem dar psicoterapia?

Psiquiatras podem atender como psicoterapeutas também.
(Imagem retirada da internet)

Sim, alguns psiquiatras se especializam em algumas abordagens de psicoterapia e podem tratar pacientes com esses métodos, alguns são psicanalistas também (além da faculdade de medicina eles fazem uma formação em Psicanálise).

Eu, pessoalmente, acho melhor que a psicoterapia seja feita por um profissional diferente do psiquiatra porque assim você tem duas opiniões e visões diferentes sobre o seu caso, mas tenho que deixar bem claro que isso é apenas a meu ponto de vista. Não existe nenhuma regra de que é melhor de um jeito ou de outro.

Concluindo

Essas dicas são com base na minha experiência passando com psiquiatras, o que achei bom e ruim bem como pesquisas minhas sobre o assunto e hábitos que tenho quando vou selecionar um profissional para me atender. Além da minha própria psicoeducação.

Julgo que essas dicas podem ser úteis porque se eu tivesse lido um texto assim na época que resolvi buscar ajuda médica talvez isso tivesse me poupado tempo. Também pretendo fazer uma sequência desse texto, mas dando dicas para escolher um psicólogo, psicoterapeuta ou psicanalista que também pode ajudar muita gente.



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